Invista nos seus sonhos

Fazer bons investimentos também faz parte do processo.

Invista no futuro da sua família

O futuro da sua família começa agora!

Invista em você!

"Para você ter algo que nunca teve, deverá fazer algo que nunca fez."

Invista na sua felicidade!

É você quem cria a sua vida...

Invista na sua tranquilidade

Nós somos maiores que os nossos problemas.

domingo, 30 de outubro de 2011

As ações estão baratas!

As ações estão baratas!


Leitoras, agora é o momento de investir em ações! No dia 21/10/2011, saiu uma pesquisa no Bloomberg que as ações brasileiras estão entre as mais baratas do mundo (como mostra o quadro abaixo).





O fato das ações estarem baratas, não impactou no lucro e quantidade de venda das empresas. O mercado físico, felizmente, não acompanhou o mercado financeiro. Por isso, a tendência é a volta dos preços das ações ao seu valor anterior a crise européia.
Agora é o momento de começar sua poupança em ações!

Dinheiro compra felicidade?


Dinheiro compra felicidade?



Surpreenda-se: a felicidade pode atrair dinheiro para sua vida

Cássia D'Aquino* em 24/05/2011



Se você é daqueles que acha que dinheiro compra tudo, até felicidade, prepare-se para uma surpresa. Pesquisas realizadas recentemente encontraram níveis de felicidade muito parecidos entre pessoas muito, muito, ricas e entre os membros da tribo africana dos Maasai, uma das mais tradicionais do Quênia. Se você nem imagina como é a vida nessa tribo, eu explico. O jovem maasai, para ser aceito como adulto, deve combater um leão até a morte utilizando apenas uma espada, sem qualquer tipo de escudo ou arma de fogo. Pois é, a vida entre os maasai não é exatamente uma moleza.
Para os pesquisadoresda Universidade de Michigan, envolvidos nesse estudo, uma possível explicação para os resultados que encontraram tem a ver com o fato de que o cérebro humano se acostuma facilmente às experiências positivas. Por isso, receber um aumento de salário ou uma herança generosa é percebido inicialmente pelo cérebro como um acontecimento feliz. O problema, no entanto, é que com o passar do tempo a emoção inicial perde força e impacto. Perde a graça.
E tem mais. De acordo com os pesquisadores, o modo como as pessoas gastam o dinheiro pode inclusive torná-las mais infelizes. Quer um exemplo? Vamos imaginar que você seja uma dessas pessoas que adora viver cercado de gente. Num dia de sorte ganha na mega-sena, sozinho, um prêmio acumulado de seis meses. Gostou? O que você faria com o dinheiro?Em primeiro lugar largaria o emprego, certo? Em segundo lugar, provavelmente comprasse uma super mansão, em algum lugar afastado, elegante, bem longe dos olhares de vizinhos bisbilhoteiros. Acertei? Então diga: quanto tempo você acha que suportaria todo esse isolamento- sem amigos nem vizinhos, desconfiando do súbito afetodos parentes - antes de cair em profunda depressão?
Por fim, a pesquisa apresentou uma outra conclusão, ainda mais interessante: existe sim uma relação entre felicidade e dinheiro. As pessoas que se sentem mais felizes tendem a ter mais sucesso financeiro no decorrer da vida. Ou seja, não é o dinheiro que compra a felicidade. É a felicidade que atrai dinheiro para a vida da gente.
* Cássia D'Aquino é especialista em educação financeira




Como investir em ações

Como investir em ações


Mais um vídeo a todas minhas leitoras que explica como investir em ações!
Todos os passos que devemos seguir para começar nossos investimentos na Bolsa.




Primeiro passo para seus investimentos:


1- procure uma corretora credenciada a BM&F BOVESPA


2- faça seu cadastro nesta corretora (semelhante a abrir uma conta em um banco)


3- transfira o valor a ser investido para a conta da corretora


4- com a ajuda do assessor de investimento ou através do seu Home Broker, inicie seus investimentos! 


Para maiores informações sobre investimentos, dicas, curiosidades:


gabriela.jss@hotmail.com



As 10 regras de ouro do bilionário Carlos Slim


As 10 regras de ouro do bilionário Carlos Slim



"Carlos Slim Helú nasceu em 28 de janeiro de 1940 no México em uma família de origem libanesa, é conhecido no país como Midas, devido a sua habilidade em transformar empreendimentos decadentes em companhias saudáveis e lucrativas.
O mexicano chegou ao primeiro lugar na lista da Forbes em 2007, caindo para segundo lugar no ano seguinte e para terceiro em 2009. Em 2010 o dono da America Movil e, no Brasil, da Claro, volta a ocupar a posição de número 1 do ranking, com uma fortuna avaliada em US$ 74 bilhões, desbancando mais uma vez o fundador da Microsoft, Bill Gates e o mega-investidor Warren Buffett.
...
Aos 15 anos, Carlos Slim já tinha 44 ações do Banamex (Banco Nacional de México), mas a história da extraordinária acumulação de Slim começou em 1966, quando ele, com apenas 26 anos, já tinha o equivalente, na época, a US$ 400 mil, obtidos com investimentos na bolsa e suporte do patrimônio familiar.
Nas duas décadas seguintes, seu grupo teve um crescimento gradativo, típico dos padrões mexicanos. Em 1982, tudo mudou. Desafiando o espírito de manada, ele foi às compras em meio a uma das mais severas crises da moderna economia mexicana. Enquanto os investidores estrangeiros e locais tentavam se desfazer de seus ativos a qualquer preço, Slim comprou mineradoras, lojas de varejo, fábricas de cabos e muito mais. Formou, ao longo da crise e de seus efeitos, o maior conglomerado econômico do país – o Grupo Carso – que fatura por ano US$ 8,5 bilhões.
As regras de ouro do bilionário
A fórmula de sucesso de Carlos Slim é resumida por ele mesmo em uma lista contendo dez princípios básicos de seu modelo de gestão. 
1Prefira estruturas simples, organizações com níveis hierárquicos mínimos, flexibilidade e rapidez na tomada de decisões. As vantagens da pequena empresa é que fazem grandes as maiores empresas.
2Manter a austeridade em tempos de vacas gordas fortalece, capitaliza e acelera o desenvolvimento da empresa. Desse modo, evitam-se ajustes drásticos nas épocas de crise.
3Permaneça sempre ativo na modernização, simplificação e melhoria incansável dos processos produtivos. Procure aumentar a produtividade e a competitividade, reduzir os gastos e os custos, guiando-se pelas mais altas referências mundiais.
4A empresa nunca deve limitar-se aos parâmetros do proprietário ou do administrador. Sentimo-nos grandes em nossos curraizinhos.
5Não há objetivo que não possamos alcançar trabalhando unidos, com clareza de objetivos e conhecendo as ferramentas disponíveis.
6O dinheiro que sai da empresa evapora. Por isso, reinvestimos os ganhos.
7A criatividade é aplicável não só aos negócios, mas também à solução de muitos dos problemas de nossos países.
8O otimismo firme e paciente sempre rende frutos.
9Todos os tempos são bons para os que sabem trabalhar e têm como fazê-lo.
10Nossa premissa é que daqui nada se leva. O empresário é um criador de riqueza, que a administra temporariamente.
Fonte: Wikipédia, Revista Época, UOL, Forbes.

Crise na Europa eleva Brasil a sexta economia mundial


30/10/2011 - 05h01

Crise na Europa eleva Brasil a sexta economia mundial



Graças à crise dos países desenvolvidos, neste ano, o Produto Interno Bruto brasileiro medido em dólares deverá ultrapassar o do Reino Unido, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit) e BMI (Business Monitor International). 
A estimativa mais recente, da EIU, prevê que o PIB do Brasil alcance US$ 2,44 trilhões, ante US$ 2,41 trilhões do PIB britânico. Com isso, o Brasil passará a ocupar a posição de sexta maior economia do mundo. Em 2010, ao deixar a Itália para trás, o país já havia alcançado o sétimo lugar.
Como a economia brasileira cresce em ritmo menor que a de outros emergentes asiáticos, em 2013, o país deverá perder a sexta posição para a Índia. Mas voltará a recuperá-la em 2014, ano da Copa do Mundo, ao ultrapassar a França, segundo a EIU.
Até o fim da década, o PIB brasileiro se tornará maior do que o de qualquer país europeu, de acordo com projeções da EIU. Depois de passar Reino Unido e França, a economia brasileira deverá deixar a alemã para trás em 2020.
A tendência de ascensão dos emergentes já era esperada por especialistas há anos, mas tem ganhado velocidade devido à crise global.

Fonte: Folha de São Paulo



Mito ou realidade? Quem gasta mais, homens ou mulheres?


Mito ou realidade? Quem gasta mais, homens ou mulheres?


Há um certo tempo atrás, esta pergunta seria facilmente respondida: mulheres. São elas que carregam o estigma de consumistas. Mas quando se trata do homem moderno, surgem as dúvidas. Mais vaidosos e com melhor poder aquisitivo, eles estão roubando o posto tradicionalmente feminino. De acordo com a pesquisa IBOPE Mídia, divulgada esta semana, os homens gastam, em compras pessoais, cerca de 15% a mais do que as mulheres. A média é de R$ 482 mensais em compras feitas pelo cartão de crédito.  A pesquisa “Novo Homem” analisou o comportamento e os hábitos do homem do novo século e ouviu a população masculina, com 18 anos ou mais, em onze regiões metropolitanas do País (Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). O levantamento apontou ainda algumas características deste Homem Contemporâneo. Se engana quem pensa que a independência para eles é morar sozinho. Os dados mostram que 61% dos homens de 25 anos ou mais, mesmo independentes financeiramente, preferem morar com os pais. Apenas 12% dos homens pesquisados moram sozinhos. 

Do escritório para a cozinha

Um dos jargões machistas mais conhecidos é “lugar de mulher é na cozinha”. Mas este não é mais um espaço essencialmente feminino. Segundo a mesma pesquisa, o interesse pela cozinha do novo homem ganhou importância nos últimos anos, especialmente entre os porto-alegrenses e os que têm mais de 40 anos. Essa mudança de hábito é ilustrada na realização de atividades cotidianas. Segundo os dados, 60% dos homens fazem compras no mercado e 70% deles executam tarefas domésticas.

domingo, 23 de outubro de 2011

Como evitar erros em momentos de crise?

Ola a todas minhas queridas leitoras!
Resolvi postar esta matéria do Leandro Martins, em entrevista a Money letter, pois acredito ser importante salientar um aparente "erro" de alguns investidores, como: achar que as ações estão baratas demais ou muito caras. Ele explica de maneira bem didática, o que devemos fazer para evitar tais erros.

Como evitar erros em momentos de crise?

Em períodos de instabilidade econômica, os investidores temem adquirir mais ações e, por isso, vendem seus ativos a qualquer custo e acabam pressionando os preços para baixo. O especialista comenta o assunto e dá dicas importantes para o investidor pessoa física.



Por Leandro Martins
O investidor de ações que, em geral, já erra quando a bolsa vai bem, comete ainda mais erros quando o mercado está em crise. A exemplo disso, é possível citar o receio que as crises de 2008 e 2001 causaram nos investidores do mundo todo.

Lembro-me que as ações da Ultrapar e da Natura já apresentavam bom momento de alta em 2008, mesmo antes da forte recuperação dos mercados ao longo de 2009. Nesta ocasião, recomendei essas duas ações aos investidores. Porém, muitos destes e até alguns estudiosos do mercado financeiro retrucavam a minha indicação e chegavam a afirmar que essas ações já estavam caras e, por isso mesmo, preferiam ações mais baratas, que estavam em forte queda.

Como era previsível, essas ações ficaram ainda mais caras e as “baratinhas” mais baratas ainda. Ou seja, a ilusão de que o investidor só ganha com pechinchas é um dos principais erros dos investidores, e ainda são cometidos com maior freqüência em momentos de crise.

Vejam só alguns papeis que tenho recomendado desde o início do ano. Ambev, Brasil Foods, Marcopolo, Redecard, CCR Rodovias, Aes Tiete, Telesp e Souza Cruz. Ótimas empresas e, em geral, boas pagadoras de dividendos e com contratos reajustáveis pela inflação. Nos casos da Ambev e Brasil Foods, empresas soberanas em nosso mercado. E o principal motivo pelo qual as indico: todas essas ações estavam caras. Isso mesmo! Ao acompanhar os gráficos dessas ações elas estavam caras e continuam cada vez mais caras.

Segundo a análise técnica (também conhecida como análise gráfica), o preço alto das ações significa que elas têm apresentado, ao longo dos últimos meses ou anos, boa tendência altista, ou seja, há mais compradores que vendedores. Caso o momento melhore, os papeis provavelmente irão apresentar menor quantidade de vendedores e, com isso, os compradores terão maior dificuldade em encontrar sua contraparte, o que resultará em preços permanecendo na tendência altista, como ocorreu com a Ultrapar e a Natura em 2009, após estarem caras em 2008.

Em meados de setembro de 2011, ao ministrar uma palestra, recomendei as ações da AmBev, Redecard e Brasil Foods. Uma investidora levantou a mão e disse que essas ações já estavam muito caras e que, por isso mesmo, gostaria que eu indicasse ações baratas. Após algumas semanas ela percebeu que eu estava certo: essas ações estavam mais caras ainda, o que indica que fez bom negócio o investidor que optou por estas.

Para evitar esse grande erro – o de comprar ações baratas com receio da crise -, o investidor deve perceber e analisar a briga entre compradores e vendedores para encontrar o lado mais forte, e não apenas procurar negócios da China, por exemplo, cujas ações estão sobrevendidas e, por isso mesmo, projeta um certo tipo de sonho em acertar no meio da mosca e ficar milionário da noite para o dia!

Outro erro cometido é negociar ações com pouca liquidez. Boas empresas apresentam um ótimo histórico de liquidez. Devem estar pelo menos no Ibovespa ou no IBX-100 (índice que contempla as 100 ações mais líquidas).

Por fim, em decorrência da maior volatilidade presente em momentos de crise o investidor deve ter calma e disciplina para investir com segurança e aplicar o uso do stop. A ausência da parada de perda, conhecida como stop-loss, poderá ser bem sentida caso a ação comprada despenque como o ocorrido com a Positivo, em 2007, a Usiminas, em 2008, e agora com a Marfrig.

Contudo, não acompanhar a tendência da ação, operar ações com histórico de baixa liquidez, e não ter disciplina para aplicar o stop são, na minha opinião, os maiores erros detectados juntos aos investidores neste momento de crise.

Leandro Martins
Formado em Economia, com MBA em finanças pela USP e pela FIPE, e Master (Mestrado) em Economia pela Universidade de Grenoble. É especializado em análise de ações e Profissional de Investimento certificado pelo CNPI, registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como analista pleno de investimentos. Colunista de diversos portais de investimentos e de programa na rádio FM de São Paulo como comentarista de ações. Fundador do site www.seuconsultorfinanceiro.com.br. Autor do livro "Aprenda a Investir - Saiba Onde e Como Aplicar Seu Dinheiro" 2ª edição – 2008, editora Atlas. Palestrante do Circuito Expo Money e professor na Anbima, Apimec e BMF Bovespa

Filhos: seu melhor investimento

Hoje li esta matéria no Money letter. Excelente matéria de Celina Macedo (abaixo seguem informações sobre a autora).
Gostaria de parabeniza-la pela excelente matéria!
Estou de pleno acordo com suas colocações e acredito que temos que aprimorar em nossa cultura a maneira como criamos, educamos financeiramente nossos filhos. Afinal, o resultado disso, é o futuro que desejamos a eles realizado!


"Filhos: seu melhor investimento

Investir na educação dos filhos não é apenas uma questão financeira. Significa também dar amor, carinho, empantia e apoio. Para a especialista, é importante encarar os filhos como a melhor forma de investimentos em todos os sentidos.


por Celina Arruda Macedo

Todos nós queremos ter filhos felizes, independentes e bem sucedidos pessoal e financeiramente. Qual a razão, então, para tantos filhos serem justamente o oposto disso?

O motivo pode estar no fato de muitos pais encararem os filhos como fontes de gastos, e não de investimentos. Investir nos filhos pressupõe educar hoje para que no futuro eles possam gerir as próprias vidas. É essencial investir tempo, empenho e dinheiro na educação de nossos filhos. O importante aqui não é a quantidade, mas a qualidade do investimento.

A educação começa nos primeiros anos de vida

Investir na educação dos filhos não é apenas uma questão financeira. Significa também dar amor, carinho, empantia e apoio. E o mais importante: dar-lhes limites. Dizer “não” é a melhor maneira de ajudar na formação da personalidade deles.

Alguns pais continuam atendendo todos os desejos e caprichos dos filhos como se eles fossem recém nascidos. Os filhos, por sua vez, acabam agindo como se os pais existissem apenas em função deles. Crianças sem limites viram adultos tiranos, sem rédeas de suas vidas, nem de suas finanças.

Pais de filhos mimados tendem a querer adivinhar qual será o próximo desejo da criança. Acostumados a terem os pedidos prontamente atendidos, os filhos não aprendem a lidar com frustrações e têm grandes chances de se tornarem adultos consumistas, afinal de contas, foram criados como “o centro do universo”.

Tolerar as frustrações é uma das habilidades mais úteis que os pais podem passar para os filhos. Quem não suporta ter seus desejos frustrados, não aprende a esperar e não consegue seguir planos. Os filhos precisam aprender a planejar o futuro e a definir o que gostariam de fazer daqui a um ano, cinco ou dez anos. Planejar o futuro significa fazer trocas, fazer um esforço agora para obter um prêmio maior no futuro.

Nossos filhos precisam ter garra, e garra só se encontra na luta. É importante que eles tenham apoio dos pais para alcançar aquilo que desejam, que escutem dos pais “vá em frente, não tenha medo!”, mas é importante que eles saibam que o custo dos erros será deles, pois é assim que será na vida adulta.

É em casa que se aprende educação financeira

Ter educação financeira é saber respeitar limites, é saber esperar e fazer trocas intertemporais. Aprender a administrar a mesada é o primeiro passo para a construção da liberdade financeira. Quanto antes seu filho aprender a poupar e a investir, antes ele saberá dar valor ao dinheiro.

Os filhos aprendem por imitação ou por oposição e os pais são fortes modelos. Muitos filhos percebem que aquilo que é dito em casa não corresponde com as atitudes do dia a dia. Na educação dos filhos, inclusive a financeira, não vale o ditado “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.

O investimento na educação financeira de nossos filhos trará retorno para eles, para as famílias e para o futuro do país."

Celina Macedo

Celina Arruda Macedo é doutora em Linguística pela Université de Montréal e pós-doutora em Psicologia Cognitiva pela Université Libre de Bruxelas (ULB) - com foco nas percepções subliminares do dinheiro. É membro do Instituto de Educação Financeira (IEF).


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Boeing, Visa e Walt Disney estreiam na Bovespa


Boeing, Visa e Walt Disney estreiam na Bovespa

No total, dez empresas estrangeiras terão papéis negociados no Brasil a partir desta terça-feira


iG São Paulo 17/10/2011 18:22
















Boeing, a Visa e a Walt Disney e outras sete empresas estrangeiras serão negociadas na bolsa de valores brasileira a partir desta terça-feira. A negociação será feita por meio dos chamados BDRs (Brazilian Depositary Receipts) Nível I Não Patrocinados, que serão emitidos pelo Bradesco.
A lista das novas estrangeiras na BM&FBovespa inclui ainda American Express Company; AT&T, Bristol Myers Squibb Company; International Business Machines Corporation; Johnson & Johnson, Kraft Foods e  Pepsico.
Em lotes anteriores, empresas como Apple, Avon, GoogleProcter&GambleNike e Coca-Cola começaram a ser negociadas na bolsa de valroes brasileira nos últimos meses.
O BDR Nível I Não Patrocinado é um certificado representativo de valores mobiliários de emissão de companhia aberta, com sede no exterior. É considerado um investimento no exterior, de acordo com a Instrução CVM 332.
Sua emissão e seu registro são de responsabilidade de uma instituição depositária no Brasil, sem qualquer participação das companhias estrangeiras.
Os BDRs podem ser negociados por instituições financeiras, fundos de investimento, administradores de carteira e consultores de valores mobiliários autorizados pela CVM – estes dois últimos, com a utilização de recursos próprios -, além de entidades fechadas de previdência complementar e de jurídicas com investimentos financeiros em valor superior a R$ 1 milhão.
Para pessoas físicas, a opção estará disponível somente para aquelas com aplicações financeiras também de mais de R$ 1 milhão. Quem não tiver esse patrimônio terá de procurar fundos de investimento que incluam esses papéis na carteira.
Como funciona a negociação
As ações das companhias nas bolsas de Nova York (NYSE) ou Nasdaq servem de lastro para os BDRs. Para evitar dupla contagem, elas são bloqueadas em seu mercado de origem. Por exemplo: uma empresa tem mil ações negociadas na NYSE e, destas, 100 serão destinadas a "virar" BDR. Estas 100 ações são bloqueadas (pois passam a ser transacionadas como BDR no Brasil) e restarão 900 disponíveis no mercado de origem.
Assim, as ações são compradas na bolsa americana em que são listadas e "convertidas" em BDRs que são negociados aqui. A emissão e registro dos BDRs na bolsa brasileira são de responsabilidade do Deustche Bank.

sábado, 15 de outubro de 2011

Lições de Finanças Pessoais


Confira as lições de finanças pessoais da jornalista Lucianne Carneiro:
Lição 1 – Faça um diagnóstico da sua situação financeira
Lição 2 – Verifique onde é possível fazer cortes
Lição 3 – Entenda a tentação do consumo e saiba vencê-la
Lição 4 – Reduza ou suspenda o uso do cartão de crédito
Lição 5 – Estabeleça lições de prioridade
Lição 6 – Viva de acordo com a sua renda atual e aprenda a ser feliz com o seu padrão de vida
Lição 7 – Planeje seus objetivos e crie o hábito de poupar e investir

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Número de mulheres que investem na Bolsa de Valores tem crescimento significativo



25/04/2011 - 12h44 | Atualizado em 25/04/2011 - 16h36
Número de mulheres que investem na Bolsa de Valores tem crescimento significativo
Sandra Blanco dá dicas de como as mulheres podem ganhar mais dinheiro fazendo investimentos pessoais
Por: Andrezza Ribeiro / Alessandra Gardezani
RECIFE / SÃO PAULO

Nos últimos anos a BM&F Bovespa registrou um aumento significativo no número de mulheres que investem na bolsa de valores.
No geral as mulheres se interessam mais em sobre as notícias e acontecimentos ao redor do mundo. Nesta nova geração em que vivemos não podemos dizer que as mulheres servem somente para cuidar das crianças, lavar, passar e cuidar da casa. Não hoje as coisas são bem diferentes e dados comprovam esta estatística.
Segundo dados da Bovespa, cerca de 150 mil mulheres investem na bolsa conta 448 mil homens, é um número significativa em relação há alguns anos atrás em que mulheres não tinham direto direito a muitas escolhas.
Um das pessoas que faz muito sucesso neste ramo e ajuda outras mulheres a se dar bem é a escritora e consultora de finanças pessoas,Sandra Blanco, que tem mais de dez anos de experiência no Brasil e no exterior .Ela é pioneira no mercado, trabalhou na Merril Lynch, nos EUA e fundou o primeiro clube de investimento feminino brasileiro, o Mulherinvest.com.br, e pensa ser extramamente necessário o espaço da mulher dentro da Bovespa, pois o público feminino não tem com quem conversar ou tirar dúvidas.
Em entrevista para o Panorama Brasil, Sandra nos contou sobre sua carreira e como entrou no mundo dos negócios."Como o mercado de capitais é em sua essência masculino, ou a mulher reclama que o marido não explica seu funcionamento, ou ela é sozinha e não consegue esclarecimento dos amigos", diz Sandra. "Quando faço uma palestra vejo como a mulher chega insegura e quanto ela precisa de alguém para trocar idéias, conversar e tirar dúvidas. Quando elas saem, fico com a sensação de trabalho realizado."
Segundo a consultora, os bancos já percebem a carência e estão se preparando para receber as mulheres.  "O público feminino veio para ficar no mercado financeiro. Conquistou mercado de trabalho e independência financeira. Agora, quer formar patrimônio e pensar no futuro, na aposentadoria".
Sandra lembra ainda que este mercado é cheio de altos e baixos e recomenda que na hora de investir se programa. “Falo sempre para as mulheres que não é um jogo investir em ações - há analistas pensando e estudando tecnicamente os papéis. Por isso, dou três conselhos à mulher interessada: primeiro, buscar informação; segundo, procurar orientação profissional; e, finalmente, ter disciplina."
E ainda bate-papo rápido Sandra respondeu alguns questionamentos:
Com qual foi sei intuito quando resolver fazer o livro e criar um site que falasse sobre investimentos e finanças?
Há doze anos atrás, a informação não estava disponível. Não se falava sobre educação financeira para todos.  Vi um mercado potencial, quis imprimir meu trabalho e fazer chegar a um público maior.
O que resulta nesse interesse maior da mulheres em querer entender mais sobre a bolsa de valores e finanças?
Em aprendizado, experiências e ganho de capital.
O que você achou da popularização das ações, onde todos podem ter acesso a este tipo de investimento?
O programa de popularização da bolsa também disponibilizou informação, abriu as portas da Bovespa para o pequeno investidor e para o investidor iniciante e conseguiu transmitir confiança para a população.
Ainda existe preconceito por parte dos homens ao ver que esse número de mulheres crescem no decorrer dos anos?
Acho que não.  No mercado o que manda é o dinheiro e as mulheres estão fazendo muito dinheiro no mercado de trabalho, então são bem vindas ao mercado financeiro.
Hoje cerca de 150 mil mulheres investem na bolsa. A que você remete este tipo de crescimento?
- à disseminação de informação:  livros, sites, palestras, redes sociais.
- à maior preocupação com o futuro.
- à maior renda.
As escolas deveriam dar aulas de educação financeira para que as pessoas no geral pudessem aprender desde crianças ou desde cedo a cuidar do seu próprio dinheiro?
Com certeza, isso ajudaria muito.
Uma pessoa pode viver somente com os lucros feitos através dos investimentos?
Pode sim, desde que tenha acumulado o suficiente para gerar renda que mantenha o padrão de vida.  É preciso um planejamento muito rigoroso.  É preciso também muita disciplina.

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